Serão os dias de Noé diferentes dos atuais?

Serão os dias de Noé diferentes dos atuais

Pode ler-se uma história na Bíblia, capitulo 6 e 7 de Génesis e em diante. Génesis significa «No Princípio» e em hebraico é o «Livro dos começos».
Muitas pessoas podem dizer que se trata de escritos antigos os quais não têm qualquer validade para os dias de hoje. Para tal argumento, nada servia eu escrever este texto e deste modo pessoas cultas abandonariam todos os registos históricos, todos os livros que foram escritos até ao presente, o ensino da disciplina de história terminaria, enfim. Todos sabemos que com o passado aprendemos o presente e projetamos o futuro, embora este último não nos pertença.
Sabemos também que na história de Noé há o relato de que a terra estava corrompida e cheia de violência. Questiono-me. Serão os dias atuais parecidos com os dias de Noé?
Os manuscritos do mar morto foram descobertos por pastores de cabras. São provas da autenticidade da Bíblia porque os textos atuais são condizentes.
Mas voltemos à história de Noé. Deus reagiu ao pecado da raça humana. Ele arrependeu-se de a ter criado pois o que tinha criado tinha sido muito bom contudo, tal raça humana ao desobedecer falhou e o plano do criador ficou desvirtuado. Ainda assim Deus podia ter extinguido tal raça sobre a terra mas decidiu que o homem Noé e suas gerações iria preservar. Este homem era justo, reto e andava com Deus.
Vivemos num mundo onde a corrupção é visível, a imoralidade crescente. Afinal o pacto com Noé dá-nos a certeza de que Deus disse que o diluvio não voltará a suceder. Mas o Deus que é Santo tem emoções e sentimentos face ao que criou, à sua obra-prima. O que sentirá Ele neste momento ao assistir que pessoas nada querem saber dele, não acreditam nele, nem sequer estão dispostas a saber qual é a sua vontade? Ele ama de facto as pessoas mas abomina o pecado. O pecado não condiz com Ele. No entanto, Ele enviou Jesus para resgate da sua obra-prima, resgate da humanidade. «Mas os que eram seus não o receberam». Porque o seu Filho Jesus ao ser santo podia expiar pecados. Ao ser homem entendeu e viveu o sofrimento humano. Depois ressuscitou e prometeu voltar para buscar aqueles que acreditam em Deus, o Pai, que cumprem o Seu plano nesta terra e que fazem a Sua vontade. Mas muitos continuam a dizer que isto é uma mentira.
Eu sou uma prova de que Ele existe. Quem mais me podia criar? Eu não sou obra do acaso. Quem pode criar um cérebro humano? Alguma máquina ou explosão? Nunca vi uma explosão gerar coisas bonitas como a natureza que me cerca.
Como posso eu dizer que um pintor não existiu se a sua vida está narrada, a sua obra-prima patente e os registos históricos o atestam?
A cada momento podemos decidir, acreditar ou não acreditar. É uma escolha. Deus não obriga. Mas prometeu que a verdade iria sempre continuar através das Suas palavras.
Ao longo dos séculos muitos tentaram eliminar a Bíblia, que é a Palavra de Deus. Não conseguiram porque ela tem passado de geração em geração por vários meios e chega a muitas nações. Ele diz que ‘a terra e os céus hão-de passar mas que a Sua palavra não passará’.
Tantas histórias contempla a compilação dos livros da Bíblia! Tantas histórias do passado que nos servem para aprender, refletir sobre escolhas certas e erradas. Assim como a narrativa da vida de Noé.
A escolha será nossa. Ler ou não ler. Acreditar ou não acreditar. Mas depois há mais, a história continua porque Ele deseja que a Sua palavra chegue a todos os povos da terra. Então, tal como Ele inspirou os escritores da Bíblia para escreverem o que Ele queria, Ele continua a inspirar homens e mulheres da mesma carne como Noé para serem pessoas retas, justas e afirmarem a Verdade.

«E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.
Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração.» Génesis 6:5,6

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