O Pirilampo que desenha na noite CAPA

Andrea Ramos

O Pirilampo que desenha
na noite

No Vale Valente vive-se, há muito, em profunda tristeza, à exceção de um pequeno Pirilampo. 
Inconformado, decide mudar o destino daquela gente, enfrentando uma Águia maléfica.

Conseguirá ele levar a sua missão até ao fim?

Vem conhecer o Pirilampo que ilumina corações!

Era uma vez um pequeno pirilampo com uma missão muito especial: trazer de novo a alegria a quem perdeu o brilho no olhar.

A sua luz é mágica e tem um coração a transbordar de amor, assim, fará um percurso emocionante, lembrando a todos que, mesmo nos dias mais escuros, a felicidade pode voltar a brilhar!

O Pirilampo que desenha na noite é uma história repleta de amizade e esperança, perfeita para encantar crianças e inspirar adultos!

Um livro que nos mostra que um pequeno gesto de luz  transforma o mundo à nossa volta, que por ora está tão cinzento!

Pirilampo Estante scaled

Se era um Vale Valente, porque reagiam assim?

O Pirilampo decidiu ir à biblioteca para tentar descobrir se houve algum acontecimento que gerou aquele efeito nos moradores do Vale Valente. Se era um Vale Valente, porque reagiam assim? Porque tinha aquele nome? As pessoas não eram valentes, pareciam estar doentes, de pele seca, escamosa. Não se escutava música em lado nenhum, apenas ruído incomum. Mas, se a janela da biblioteca estava fechada, como iria ele entrar? Começou por observar. Na sua mente, cogitava um remédio para aquela gente. De rompante, aparece-lhe de frente a Águia e ele assusta-se.

Das plantas fez uma massa.

Começou a juntar as plantas num cantinho, pisou-as com as patas, como os homens que pisam uvas de braço dado e jeito concertado. Das plantas fez uma massa. Depois, com resquícios de pauzinhos do ninho que tinham caído para dentro da árvore, atou a massa embrulhando-a em folhas, gerando uma bolsinha bomboca, como lhe apelidou.

Pirilampo
DOC0019

A biblioteca tornou-se fonte de prazer.

E foi assim que o Vale Valente, que outrora construíra uma nação, um povo de cabeça erguida, voltou a abrir janelas, as crianças a sorrir, a passear em vez de chorar, a abraçar, a cuidar uns dos outros, a ser gente autêntica do Vale Valente. A pele do rosto branqueou e nunca mais se escutou a palavra desgosto. Essa rua mudou de nome. Todos começaram a ler. A vontade de viver chegou à lua. A biblioteca tornou-se fonte de prazer.

O que diz quem já leu o livro​

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