A salvação

pexels photo 585759 Bruno scramgnon

Certo dia acordei
Sentia algo estranho
Não sabia o que era…
Disse para mim talvez algo que não tenho

Era tarde…
A mesma coisa eu sentia
De repente ouço um barulho
Mas o que seria?

Corri para a porta
O barulho continuava
Qual não foi o meu espanto
Alguém me chamava!

Um jovem desconhecido
Me entregava um folheto
O título dizia «Salvação»
E o papel era preto

Ele tinha-se ido embora
Eu com um papel na mão
Não sabendo o que fazer
Deitei-o para o chão

Estando no meu quarto
Comecei a pensar
Deveria ler aquele papel?
Ou nem sequer o olhar?

Corri novamente para a porta
Peguei no papel já amachucado
Por fim comecei a ler
Com o coração amargurado

O papel era preto
Pois o meu coração assim se encontrava
Eu estava morta
Era do que o papel falava

Havia uma frase
Que nunca deixei de pensar
«Eu sou o caminho, a verdade e a vida»
João 14:6 é onde a posso encontrar

Devia crer em Jesus Cristo
Para alcançar a Salvação
Pois eu era pecadora
Mas podia obter perdão

Coisas maravilhosas eu li
Que ficaram no coração
Realmente era um dia diferente dos outros
Pois tinha encontrado a Salvação!

Guardei então o folheto
Para ir descansar
A noite para mim foi longa
Pois não parava de pensar

Pensava no folheto
E em tudo o que dizia
Mas gostava de saber
Se realmente Jesus existia

Levantando-me da cama
Procurei a morada
Assembleia de Deus
3750 – Águeda

No dia seguinte
Lá me encontrei
A um culto assisti
E com o Pastor falei

Naquela noite
Jesus – no meu coração aceitei
Muitas coisas aprendi
E as correntes com o mundo deixei

E nos dias de hoje
Continuo nos caminhos de Jesus
Amo-o de todo o coração
Pois por mim morreu na cruz

E tu jovem…
Entrega a tua vida a Deus
Para que Ele te tenha guardado
Um lugar lá nos céus

Agora uma proposta te vou fazer
Mas ouve com atenção
Entrega também um folheto
Para que mais alguém
Possa ter a salvação

Autoria: Andrea Ramos, 1992

Foto: Bruno Scramgnon

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