Vícios

pexels photo 1435441Engin Akyurt

Vícios são miséria, vícios são obsessão
Trazem efeitos secundários
Reduzem os salários
E só causam ilusão

Vícios trazem dependência
Ou angústia vivencial
Vícios geram a decadência
Neles há imprudência
E originam o mal

Neles há também aventura
Sensação momentânea
É prazer que não perdura
É emoção instantânea

Um vício é libertinagem
Comportamento à margem
Leva adolescentes ou idosos
Sejam adultos, sejam novos
A um clima perigoso
A uma arriscada viagem
Vício pode ser uma coisa qualquer
Que lhe concedemos dedicação
Nisso estará o coração
Seja de um homem ou de uma mulher

Julga-se que pode preencher
O vazio que por vezes se sente
Engane-se pois toda a gente
Que ao vício recorrer

O vício não é para o crente
Que ama a Deus de coração
O vício faz carente
Todo o que diz sim à tentação

A Bíblia é contemporânea
Não se julgue o oposto!
Não há sucedânea
E De Deus espelha o rosto
Tem palavras inspiradas
São palavras sagradas
Jamais mudará!
Nem um til perderá!

A Bíblia alude aos vícios
É pecado a sentenciar
Seja no desprezar, no zombar
Na mentira ou na opressão
Quem se gabar ou gozar
Sofrerá condenação

Não matar, adulterar e roubar
Inclui os 10 mandamentos
Quem falsamente testemunhar
Hipocritamente falar
Acabará em tormentos

Quem
Proferir falso testemunho
À mulher alheia cobiçar
Deus porá o seu cunho
Para no céu não entrar

Ao preguiçoso, Deus chama indolente
Ao que furta, manda trabalhar
Mas agrada-se certamente
Se o povo, se toda a gente
A vaidade abandonar
O próximo não oprimir
E ao necessitado acudir

Vícios… que degradação moral!
Surgem cada vez mais cedo
Pois na sociedade actual
Já ninguém tem deles medo
Foi assim que Deus disse
Que perto do final
Ao bem chamarás mal

Vícios
Estão sempre ao alcance
De todos e de qualquer um
Leva qualquer indivíduo ao transe
E nisto não há mérito nenhum!

Infelizmente é a realidade
Do país, do mundo que temos
Foram valores que perdemos
Mas que triste verdade!

Os vícios anestesiam as pessoas
Afastam-nos das coisas boas
É como cavar um buraco
É algo que não tem fim
Que Deus nos livre deles
Que os amarre num saco
E os lance para longe
Bem longe de ti e de mim

Todo o vício à ruína conduz
A televisão não instrui, ela seduz!
E apela ao consumismo!
Telenovelas a toda a hora contrariam o companheirismo
A internet e o facebook?
Ladrões do tempo, sim senhor!
O que importa é o exterior
Na defesa do melhor look!
E nisto não há zelo ao nosso Deus de amor
Todos criam individualismo
Todos geram sedentarismo…

Mas afinal…
O que acarreta o vício?
-Somente desperdício
De vida, tempo, dinheiro
Causa confusão
É desgosto certeiro
É só alucinação

Um vício é dispendioso
Faz parte do mundo tenebroso
Começa pequeno, faz-se gravoso e depois pernicioso

Um vício não é virtude
Nele não há nenhum valor
Um vício não traz saúde
Faz triste o nosso Senhor

Qualquer vício é nocivo
Traz amargura ao coração
E por isso agora vos digo
Faz danos irreparáveis
Que exigem perdão

O Tabaco: faz cancro do pulmão
O jogo: um escape, usurpação
Gera agressividade, depressão
Bebida: traz muitos problemas
Violência no lar, solidão
Cirrose…
Droga: overdose
Dinheiro: raiz dos males, perdição
Ter um vício é não controlar a sua ação!
Compras: proceder compulsivo
Apego ao materialismo, insatisfação
Adultério: traição
Glutonaria: excessos na comida
Afinal, ser um glutão
É sofrer de ansiedade, sofreguidão
Não é disso o reino de Deus, não!

Qualquer vício, qualquer um
Vai causar irritação, tristeza
Vai causar mágoa e sofrimento
Pode desfazer o casamento
E abandono à família com certeza

Ter cobiça desmesurada
Ou inveja exagerada
Julgar-se superior, grandalhão
Ser detentor de toda a razão
Quem assim age
Não tem de Deus a sua porção
Pois quem tiver a Sua lei bem dentro do coração
Os seus passos não resvalarão

E finalmente pois então…
Para não perdermos o controlo
E não seguir caminho errante
Andemos pois honestamente
Não com lábios de tolo
Mas de modo prudente

Não amar o mundo cá
Nem o que nele há…
É urgente nisto meditar
Pois é Deus que tudo nos dá
E um vício só nós pode arrasar

Larguemos a impureza
O conflito, a avareza
Sejamos puros, corretos
Busquemos a perfeição
No espírito e no coração
Em condutas conscientes
Não em deleites ou em corrupção
Um vício não é para mim
Um vício não é p’ra ti meu irmão

Andrea Ramos, 2011

Foto:

Vícios são miséria, vícios são obsessão
Trazem efeitos secundários
Reduzem os salários
E só causam ilusão

Vícios trazem dependência
Ou angústia vivencial
Vícios geram a decadência
Neles há imprudência
E originam o mal

Neles há também aventura
Sensação momentânea
É prazer que não perdura
É emoção instantânea

Um vício é libertinagem
Comportamento à margem
Leva adolescentes ou idosos
Sejam adultos, sejam novos
A um clima perigoso
A uma arriscada viagem
Vício pode ser uma coisa qualquer
Que lhe concedemos dedicação
Nisso estará o coração
Seja de um homem ou de uma mulher

Julga-se que pode preencher
O vazio que por vezes se sente
Engane-se pois toda a gente
Que ao vício recorrer

O vício não é para o crente
Que ama a Deus de coração
O vício faz carente
Todo o que diz sim à tentação

A Bíblia é contemporânea
Não se julgue o oposto!
Não há sucedânea
E De Deus espelha o rosto
Tem palavras inspiradas
São palavras sagradas
Jamais mudará!
Nem um til perderá!

A Bíblia alude aos vícios
É pecado a sentenciar
Seja no desprezar, no zombar
Na mentira ou na opressão
Quem se gabar ou gozar
Sofrerá condenação

Não matar, adulterar e roubar
Inclui os 10 mandamentos
Quem falsamente testemunhar
Hipocritamente falar
Acabará em tormentos

Quem
Proferir falso testemunho
À mulher alheia cobiçar
Deus porá o seu cunho
Para no céu não entrar

Ao preguiçoso, Deus chama indolente
Ao que furta, manda trabalhar
Mas agrada-se certamente
Se o povo, se toda a gente
A vaidade abandonar
O próximo não oprimir
E ao necessitado acudir

Vícios… que degradação moral!
Surgem cada vez mais cedo
Pois na sociedade actual
Já ninguém tem deles medo
Foi assim que Deus disse
Que perto do final
Ao bem chamarás mal

Vícios
Estão sempre ao alcance
De todos e de qualquer um
Leva qualquer indivíduo ao transe
E nisto não há mérito nenhum!

Infelizmente é a realidade
Do país, do mundo que temos
Foram valores que perdemos
Mas que triste verdade!

Os vícios anestesiam as pessoas
Afastam-nos das coisas boas
É como cavar um buraco
É algo que não tem fim
Que Deus nos livre deles
Que os amarre num saco
E os lance para longe
Bem longe de ti e de mim

Todo o vício à ruína conduz
A televisão não instrui, ela seduz!
E apela ao consumismo!
Telenovelas a toda a hora contrariam o companheirismo
A internet e o facebook?
Ladrões do tempo, sim senhor!
O que importa é o exterior
Na defesa do melhor look!
E nisto não há zelo ao nosso Deus de amor
Todos criam individualismo
Todos geram sedentarismo…

Mas afinal…
O que acarreta o vício?
-Somente desperdício
De vida, tempo, dinheiro
Causa confusão
É desgosto certeiro
É só alucinação

Um vício é dispendioso
Faz parte do mundo tenebroso
Começa pequeno, faz-se gravoso e depois pernicioso

Um vício não é virtude
Nele não há nenhum valor
Um vício não traz saúde
Faz triste o nosso Senhor

Qualquer vício é nocivo
Traz amargura ao coração
E por isso agora vos digo
Faz danos irreparáveis
Que exigem perdão

O Tabaco: faz cancro do pulmão
O jogo: um escape, usurpação
Gera agressividade, depressão
Bebida: traz muitos problemas
Violência no lar, solidão
Cirrose…
Droga: overdose
Dinheiro: raiz dos males, perdição
Ter um vício é não controlar a sua ação!
Compras: proceder compulsivo
Apego ao materialismo, insatisfação
Adultério: traição
Glutonaria: excessos na comida
Afinal, ser um glutão
É sofrer de ansiedade, sofreguidão
Não é disso o reino de Deus, não!

Qualquer vício, qualquer um
Vai causar irritação, tristeza
Vai causar mágoa e sofrimento
Pode desfazer o casamento
E abandono à família com certeza

Ter cobiça desmesurada
Ou inveja exagerada
Julgar-se superior, grandalhão
Ser detentor de toda a razão
Quem assim age
Não tem de Deus a sua porção
Pois quem tiver a Sua lei bem dentro do coração
Os seus passos não resvalarão

E finalmente pois então…
Para não perdermos o controlo
E não seguir caminho errante
Andemos pois honestamente
Não com lábios de tolo
Mas de modo prudente

Não amar o mundo cá
Nem o que nele há…
É urgente nisto meditar
Pois é Deus que tudo nos dá
E um vício só nós pode arrasar

Larguemos a impureza
O conflito, a avareza
Sejamos puros, corretos
Busquemos a perfeição
No espírito e no coração
Em condutas conscientes
Não em deleites ou em corrupção
Um vício não é para mim
Um vício não é p’ra ti meu irmão

Andrea Ramos, 2011

Vícios são miséria, vícios são obsessão
Trazem efeitos secundários
Reduzem os salários
E só causam ilusão

Vícios trazem dependência
Ou angústia vivencial
Vícios geram a decadência
Neles há imprudência
E originam o mal

Neles há também aventura
Sensação momentânea
É prazer que não perdura
É emoção instantânea

Um vício é libertinagem
Comportamento à margem
Leva adolescentes ou idosos
Sejam adultos, sejam novos
A um clima perigoso
A uma arriscada viagem
Vício pode ser uma coisa qualquer
Que lhe concedemos dedicação
Nisso estará o coração
Seja de um homem ou de uma mulher

Julga-se que pode preencher
O vazio que por vezes se sente
Engane-se pois toda a gente
Que ao vício recorrer

O vício não é para o crente
Que ama a Deus de coração
O vício faz carente
Todo o que diz sim à tentação

A Bíblia é contemporânea
Não se julgue o oposto!
Não há sucedânea
E De Deus espelha o rosto
Tem palavras inspiradas
São palavras sagradas
Jamais mudará!
Nem um til perderá!

A Bíblia alude aos vícios
É pecado a sentenciar
Seja no desprezar, no zombar
Na mentira ou na opressão
Quem se gabar ou gozar
Sofrerá condenação

Não matar, adulterar e roubar
Inclui os 10 mandamentos
Quem falsamente testemunhar
Hipocritamente falar
Acabará em tormentos

Quem
Proferir falso testemunho
À mulher alheia cobiçar
Deus porá o seu cunho
Para no céu não entrar

Ao preguiçoso, Deus chama indolente
Ao que furta, manda trabalhar
Mas agrada-se certamente
Se o povo, se toda a gente
A vaidade abandonar
O próximo não oprimir
E ao necessitado acudir

Vícios… que degradação moral!
Surgem cada vez mais cedo
Pois na sociedade actual
Já ninguém tem deles medo
Foi assim que Deus disse
Que perto do final
Ao bem chamarás mal

Vícios
Estão sempre ao alcance
De todos e de qualquer um
Leva qualquer indivíduo ao transe
E nisto não há mérito nenhum!

Infelizmente é a realidade
Do país, do mundo que temos
Foram valores que perdemos
Mas que triste verdade!

Os vícios anestesiam as pessoas
Afastam-nos das coisas boas
É como cavar um buraco
É algo que não tem fim
Que Deus nos livre deles
Que os amarre num saco
E os lance para longe
Bem longe de ti e de mim

Todo o vício à ruína conduz
A televisão não instrui, ela seduz!
E apela ao consumismo!
Telenovelas a toda a hora contrariam o companheirismo
A internet e o facebook?
Ladrões do tempo, sim senhor!
O que importa é o exterior
Na defesa do melhor look!
E nisto não há zelo ao nosso Deus de amor
Todos criam individualismo
Todos geram sedentarismo…

Mas afinal…
O que acarreta o vício?
-Somente desperdício
De vida, tempo, dinheiro
Causa confusão
É desgosto certeiro
É só alucinação

Um vício é dispendioso
Faz parte do mundo tenebroso
Começa pequeno, faz-se gravoso e depois pernicioso

Um vício não é virtude
Nele não há nenhum valor
Um vício não traz saúde
Faz triste o nosso Senhor

Qualquer vício é nocivo
Traz amargura ao coração
E por isso agora vos digo
Faz danos irreparáveis
Que exigem perdão

O Tabaco: faz cancro do pulmão
O jogo: um escape, usurpação
Gera agressividade, depressão
Bebida: traz muitos problemas
Violência no lar, solidão
Cirrose…
Droga: overdose
Dinheiro: raiz dos males, perdição
Ter um vício é não controlar a sua ação!
Compras: proceder compulsivo
Apego ao materialismo, insatisfação
Adultério: traição
Glutonaria: excessos na comida
Afinal, ser um glutão
É sofrer de ansiedade, sofreguidão
Não é disso o reino de Deus, não!

Qualquer vício, qualquer um
Vai causar irritação, tristeza
Vai causar mágoa e sofrimento
Pode desfazer o casamento
E abandono à família com certeza

Ter cobiça desmesurada
Ou inveja exagerada
Julgar-se superior, grandalhão
Ser detentor de toda a razão
Quem assim age
Não tem de Deus a sua porção
Pois quem tiver a Sua lei bem dentro do coração
Os seus passos não resvalarão

E finalmente pois então…
Para não perdermos o controlo
E não seguir caminho errante
Andemos pois honestamente
Não com lábios de tolo
Mas de modo prudente

Não amar o mundo cá
Nem o que nele há…
É urgente nisto meditar
Pois é Deus que tudo nos dá
E um vício só nós pode arrasar

Larguemos a impureza
O conflito, a avareza
Sejamos puros, corretos
Busquemos a perfeição
No espírito e no coração
Em condutas conscientes
Não em deleites ou em corrupção
Um vício não é para mim
Um vício não é p’ra ti meu irmão

Vícios são miséria, vícios são obsessão
Trazem efeitos secundários
Reduzem os salários
E só causam ilusão

Vícios trazem dependência
Ou angústia vivencial
Vícios geram a decadência
Neles há imprudência
E originam o mal

Neles há também aventura
Sensação momentânea
É prazer que não perdura
É emoção instantânea

Um vício é libertinagem
Comportamento à margem
Leva adolescentes ou idosos
Sejam adultos, sejam novos
A um clima perigoso
A uma arriscada viagem
Vício pode ser uma coisa qualquer
Que lhe concedemos dedicação
Nisso estará o coração
Seja de um homem ou de uma mulher

Julga-se que pode preencher
O vazio que por vezes se sente
Engane-se pois toda a gente
Que ao vício recorrer

O vício não é para o crente
Que ama a Deus de coração
O vício faz carente
Todo o que diz sim à tentação

A Bíblia é contemporânea
Não se julgue o oposto!
Não há sucedânea
E De Deus espelha o rosto
Tem palavras inspiradas
São palavras sagradas
Jamais mudará!
Nem um til perderá!

A Bíblia alude aos vícios
É pecado a sentenciar
Seja no desprezar, no zombar
Na mentira ou na opressão
Quem se gabar ou gozar
Sofrerá condenação

Não matar, adulterar e roubar
Inclui os 10 mandamentos
Quem falsamente testemunhar
Hipocritamente falar
Acabará em tormentos

Quem
Proferir falso testemunho
À mulher alheia cobiçar
Deus porá o seu cunho
Para no céu não entrar

Ao preguiçoso, Deus chama indolente
Ao que furta, manda trabalhar
Mas agrada-se certamente
Se o povo, se toda a gente
A vaidade abandonar
O próximo não oprimir
E ao necessitado acudir

Vícios… que degradação moral!
Surgem cada vez mais cedo
Pois na sociedade actual
Já ninguém tem deles medo
Foi assim que Deus disse
Que perto do final
Ao bem chamarás mal

Vícios
Estão sempre ao alcance
De todos e de qualquer um
Leva qualquer indivíduo ao transe
E nisto não há mérito nenhum!

Infelizmente é a realidade
Do país, do mundo que temos
Foram valores que perdemos
Mas que triste verdade!

Os vícios anestesiam as pessoas
Afastam-nos das coisas boas
É como cavar um buraco
É algo que não tem fim
Que Deus nos livre deles
Que os amarre num saco
E os lance para longe
Bem longe de ti e de mim

Todo o vício à ruína conduz
A televisão não instrui, ela seduz!
E apela ao consumismo!
Telenovelas a toda a hora contrariam o companheirismo
A internet e o facebook?
Ladrões do tempo, sim senhor!
O que importa é o exterior
Na defesa do melhor look!
E nisto não há zelo ao nosso Deus de amor
Todos criam individualismo
Todos geram sedentarismo…

Mas afinal…
O que acarreta o vício?
-Somente desperdício
De vida, tempo, dinheiro
Causa confusão
É desgosto certeiro
É só alucinação

Um vício é dispendioso
Faz parte do mundo tenebroso
Começa pequeno, faz-se gravoso e depois pernicioso

Um vício não é virtude
Nele não há nenhum valor
Um vício não traz saúde
Faz triste o nosso Senhor

Qualquer vício é nocivo
Traz amargura ao coração
E por isso agora vos digo
Faz danos irreparáveis
Que exigem perdão

O Tabaco: faz cancro do pulmão
O jogo: um escape, usurpação
Gera agressividade, depressão
Bebida: traz muitos problemas
Violência no lar, solidão
Cirrose…
Droga: overdose
Dinheiro: raiz dos males, perdição
Ter um vício é não controlar a sua ação!
Compras: proceder compulsivo
Apego ao materialismo, insatisfação
Adultério: traição
Glutonaria: excessos na comida
Afinal, ser um glutão
É sofrer de ansiedade, sofreguidão
Não é disso o reino de Deus, não!

Qualquer vício, qualquer um
Vai causar irritação, tristeza
Vai causar mágoa e sofrimento
Pode desfazer o casamento
E abandono à família com certeza

Ter cobiça desmesurada
Ou inveja exagerada
Julgar-se superior, grandalhão
Ser detentor de toda a razão
Quem assim age
Não tem de Deus a sua porção
Pois quem tiver a Sua lei bem dentro do coração
Os seus passos não resvalarão

E finalmente pois então…
Para não perdermos o controlo
E não seguir caminho errante
Andemos pois honestamente
Não com lábios de tolo
Mas de modo prudente

Não amar o mundo cá
Nem o que nele há…
É urgente nisto meditar
Pois é Deus que tudo nos dá
E um vício só nós pode arrasar

Larguemos a impureza
O conflito, a avareza
Sejamos puros, corretos
Busquemos a perfeição
No espírito e no coração
Em condutas conscientes
Não em deleites ou em corrupção
Um vício não é para mim
Um vício não é p’ra ti meu irmão

Andrea Ramos, 2011

Foto: Engin Akyurt

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