É ele, o SOL!

Sobe, sobe altaneiro
Num deslumbrar matinal
Exibe-se forte, é soalheiro
Alumia o pobre e o rico,
Seja o bom, seja o mau

Seus raios poderosos
Em fulgor e majestade
Apesar da sua idade
É único, na verdade

Não é meu, não é teu
Pertença do autor da criação
Aniquila qualquer que seja o frio
Vaga perdido na imensidão
Mas não se perde no vazio

Visita num ápice o mundo
Mundo que não vive sem ele por perto
Deserto não era deserto
Dia não era dia
A noite teríamos por certo

Despede-se em esplendor e beleza
Em cores que me deixam maravilhada
Deixa-nos apenas por instantes
Com a certeza de ver a história recapitulada

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