Dia do Escritor Brasileiro

Dia do escritor brasileiro

Hoje, celebramos o Dia do Escritor Brasileiro. Faço destas palavras o meu roteiro.
Entre riscos e rabiscos, lápis, canetas e cor, celebramos a inspiração recortada de amor.
Celebro as ideias, a teia, o emaranhado de palavras.
São frases sentidas que trazem à vida de um escritor, o fulgor.
São livros, Senhor, são vontades e loucuras, consciências, eloquências.
São verdades e canduras, escritos e reescritos.
Papéis e texturas.
Este mar de palavras, onde navegamos e remamos, avançamos e não paramos de escrever.
Vamos que vamos, país irmão.
Uma língua sedutora, partilhamos, tal framboesa e amora.
A mente, essa não para. São tópicos e canções, chinelo no dedo e calções.
Parabéns! Vomitamos palavras e não nos engasgamos. Não é nojento, é como unguento que entra no íntimo do ser.
Há quem não nos entenda.
Escritor- solitário.
Escrevemos livros, não para guardar no armário.
Compomos o guião, escrevemos textos dramáticos.
A nossa escrita é enfática, não errática, não é matemática.
É entrelaçar as letras com paixão.
É teclar de dia ou ao serão. Pensar no público, escutar o seu coração.
E num jeito de entreter, deixamos a razão de lado, escrevermos ao nosso ritmo, sentindo o pulsar da vontade humana.
Não nos cansamos. Asseguro.
A mão inquieta congrega com a mente que é urgente escrever. Sentimos as emoções com a esperança de que alguém nos irá ler.
Escrever o mundo, o passado e o presente. Ter ciente que só lemos o futuro, depois de o escrever.

Dedicado com carinho aos escritores brasileiros

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